- Apresentação dos trabalhos sobre gêneros digitais e hipertexto, e apresentação de respostas à atividade de revisão anunciada na aula passada, respectivamente - conclui.
Assenti com a cabeça.
Somos poucos alunos em sala. O professor fala sobre a ABEHTE.
- Na minha opinião, seria razoável pensarmos em alterar o nome de algumas associações que incluem a palavra hipertexto em seus títulos, já que muitas delas não tomam o hipertexto como objeto de estudo. Hoje, podemos dizer que elas, no limite, tangenciam o tema do hipertexto. Preferem se dedicar ao estudo de modismos (e-mail, blog, Orkut,Twitter, AVA, games, etc.) ou ao estudo de temas associados (interação, multimodalidade, interatividade, aprendizagem/escrita colaborativa, literatura, jornalismo, etc.). Prova disso são as palavras-chave retiradas dos títulos de artigos públicos em eventos organizados por essas associações, que foram, por mim, sistematizadas nesses slides. Vejam aí - aponta.
Olhei. Medi. Matutei. Voltei a medir e resolvi:
- Para mim, está bem. Justo. Ele tem razão - pensei, ordinariamente.
Num canto do caderno, anotei o seguinte:
Primeiro, Josineise e Sandra apresentaram o artigo “Gêneros digitais: as TIC como possibilidades para o ensino de Língua Portuguesa”. Em seguida, Eliezer expôs seu hipertexto educacional. Ele montou um material para a aula de inglês, "linkando" diferentes textos: uma atividade, a letra de uma canção e um dicionário on line. Por fim, Edson apresentou seu trabalho sobre os “Gêneros textuais digitais ensino/ aprendizagem da web literatura, o caso dos weblogs”, de Jéssica Souza Carneiro.
No mais, lembro-me vagamente de alguém a me perguntar se teríamos aula no dia seguinte. Acho que foi Flávia. Sim, foi a Flávia.
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